terça-feira, 20 de abril de 2010
ANOTAÇÕES
Quando for necessário realizar anotações e números diretamente sobre os documentos, deve-se fazê-lo somente com lápis preto macio (grafite, 6b), sempre em local predeterminado (margem ou canto).
LUGAR ADEQUADO
Se houver condições, uma biblioteca poderá reservar uma sala ou um pequeno espaço para montar um laboratório básico onde poderão ser realizadas as pequenas intervenções como: higienização ou limpeza e consertos simples, de forma a manter o livro ou documento acessível ao usuário. Caso o objeto a consertar esteja muito danificado o mesmo deverá ser encaminhado ao profissional restaurador para sua competente intervenção.
MATERIAIS DISPONÍVEIS
Os materiais que deverão sempre estar disponíveis em um laboratório de preservação de acervos, em abundância, são esponjas e toalhas de papel, para o caso de acidentes com água ou outros líquidos. São recursos caseiros e alternativos mas, certamente, funcionarão bem numa emergência.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
MATERIAL À MÃO!
Antes de começar um trabalho de limpeza ou conserto de um livro ou documento, cuide pra estar com o material que vai usar, à mão, para não precisar interromper o procedimento durante sua execução.
domingo, 18 de abril de 2010
FICHA DE ANÁLISE OU DIAGNÓSTICO
O diagnóstico fornece uma visão global do estado de conservação do acervo, indicando os danos mais freqüentes e propiciando subsídios para o estabelecimento de uma política de observação voltada ao atendimento das prioridades, com soluções específicas.
A ficha diagnóstico é um excelente auxílio, pois simplifica o registro dos danos e permite identificar os males mais freqüentes no acervo. É importante que ela contenha o número do documento e a coleção a que pertence para que seja possível a sua localização posterior.
Fonte de referência: BECK, Ingrid. Manual de conservação de documentos. Publicações Técnicas 42, Ministério da Justiça, Arquivo Nacional. Rio de Janeiro, 1985.
ITENS DA FICHA DIAGNÓSTICO
1- Ficha nº
2- Entrada
3- Nº de registro-
4- Autor
5- Título
6- Editora
7- Proprietário
8- Telefone
9-Análise ou diagnóstico
10- Tratamento
11-Resultado
12- Observações
13- Saída
14- Preço
A ficha diagnóstico é um excelente auxílio, pois simplifica o registro dos danos e permite identificar os males mais freqüentes no acervo. É importante que ela contenha o número do documento e a coleção a que pertence para que seja possível a sua localização posterior.
Fonte de referência: BECK, Ingrid. Manual de conservação de documentos. Publicações Técnicas 42, Ministério da Justiça, Arquivo Nacional. Rio de Janeiro, 1985.
ITENS DA FICHA DIAGNÓSTICO
1- Ficha nº
2- Entrada
3- Nº de registro-
4- Autor
5- Título
6- Editora
7- Proprietário
8- Telefone
9-Análise ou diagnóstico
10- Tratamento
11-Resultado
12- Observações
13- Saída
14- Preço
COLA CMC ou METILAM
A cola CMC ou Metilam é feita de carboximetilcelulose, que é uma substância sintética e sua utilidade é muito grande na área de consertos e restauração. Seu uso é muito abrangente, ela cola, descola, revitaliza e limpa o papel. Quando da sua fabricação não pode ser aspirada, pois é tóxica. O CMC é vendido em lojas de produtos químicos e sua aparência é um pó fino e quase branco. Também é utilizada em indústrias variadas, como a de alimentação, por exemplo, e outras .
Modo de fazer:
40 gramas de cmc
½ litro de água, para uma cola mais densa
20 gramas de cmc
½ litro de água para uma cola menos densa.
Colocar o cmc numa vasilha de vidro e aos poucos ir colocando a água que deve estar a mais ou menos 60 graus ou quente a ponto de se conseguir tocar sem queimar. Vai mexendo devagar com um bastão de vidro até desmancharem quase que totalmente as bolas que vão se formando. Deixar descansar por 24 horas. Estará pronta para o uso. Mexa mais um pouco. Você vai ter uma cola bem pastosa que deve ser guardada na geladeira ou em lugar arejado. Conforme a necessidade ela pode ser diluída com água, para cremosa, média e bem líquida.
Modo de fazer:
40 gramas de cmc
½ litro de água, para uma cola mais densa
20 gramas de cmc
½ litro de água para uma cola menos densa.
Colocar o cmc numa vasilha de vidro e aos poucos ir colocando a água que deve estar a mais ou menos 60 graus ou quente a ponto de se conseguir tocar sem queimar. Vai mexendo devagar com um bastão de vidro até desmancharem quase que totalmente as bolas que vão se formando. Deixar descansar por 24 horas. Estará pronta para o uso. Mexa mais um pouco. Você vai ter uma cola bem pastosa que deve ser guardada na geladeira ou em lugar arejado. Conforme a necessidade ela pode ser diluída com água, para cremosa, média e bem líquida.
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